Welcome back, Jojo, sentimos sua falta

Jojo, apesar de não parecer, já tem uma carreira musical com mais de 10 anos. Tudo bem que a maior parte desse tempo foi uma luta difícil com sua gravadora antiga, que (vamos ser sinceros) a enrolava bonito. Foram tantos comebacks ensaiados, clipes gravados e jamais lançados (The Other Chick, Demonstrate) que Jojo cansou e entrou numa batalha judicial, que parecia não ter fim, para se livrar desse encosto.

E como as coisas ruins um dia também chegam ao fim, a moça se libertou e assinou contrato com outra gravadora ainda no início de 2014 e desde então vem preparando um comeback poderoso que teve início com seu tão criativo III – Tringle (lançamento de três singles simultâneos). Eu sei, tudo que estou falando aqui não é novidade, a notícia e as faixas saíram tem um tempinho, mas essa introdução serve pra contextualizar o que quero falar a seguir:

III É BOMDEMAISMEUDEUSDOCÉU. Que a Jojo é talentosa não é segredo, além de participar de todas as etapas de seus projetos, ela tem uma voz de dar inveja a qualquer um. Ô mulher pra cantar bem, ein? Nos três singles lançados ela mostra como é eclética e pode cantar de tudo, passando pelo deep house de When Love Hurts, mergulhando no sentimentalismo explosivo de Save My Soul e se entregando as emoções de Say Love, Jojo quebra tudo! A entrega nas faixas é total, você não precisa vê-la ao vivo para sentir que tudo é cantado com muita propriedade, ela sabe o que faz, o quer e quem é como artista.

E isso é só o começo, people.
Welcome Back, Jojo!

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